Cardiologia + Oncologia

Cardio-oncologia: protegendo o coração durante o tratamento do câncer

Quimioterapia, terapia-alvo e radioterapia podem comprometer a saúde cardiovascular. A cardio-oncologia existe para monitorar, prevenir e tratar essas complicações sem interromper o tratamento oncológico.

Certificação ICOS no corpo docente
Foco em cardiotoxicidade
Abordagem preventiva
O que é

O que é a cardio-oncologia

Cardio-oncologia é a subespecialidade que cuida da saúde cardiovascular de pacientes antes, durante e depois do tratamento oncológico. Diversas classes de medicamentos — antraciclinas, terapias anti-HER2, inibidores de tirosina quinase, imunoterapia — e a própria radioterapia de tórax podem gerar cardiotoxicidade, indo de arritmias a insuficiência cardíaca.

O cardio-oncologista atua junto ao oncologista para avaliar risco cardiovascular antes de iniciar o tratamento, monitorar a função cardíaca durante o protocolo (com ecocardiograma, biomarcadores e outros exames) e intervir precocemente caso surjam sinais de toxicidade — sempre com o objetivo de manter o tratamento do câncer no curso planejado, sem interrupções desnecessárias.

Por que importa

Por que esse cuidado não pode ficar de fora

Com o aumento da sobrevida ao câncer, doenças cardiovasculares se tornaram uma das principais causas de morbimortalidade em sobreviventes de câncer. A cardio-oncologia:

Na Pós Casa da Onco

Como esse tema é trabalhado no curso

Módulo 8 — Toxicidades do Tratamento

Cardiotoxicidades e cardio-oncologia na prática

O módulo de Toxicidades do Tratamento da Pós Casa da Onco aborda cardiotoxicidades com Juliane Seabra, cardiologista responsável pela CardioOncologia do Centro Vitta de Oncologia e certificada pela International Society of CardioOncology (ICOS) — trazendo o passo a passo de como rastrear, prevenir e manejar complicações cardíacas durante o tratamento oncológico.

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Perguntas Frequentes

Tire suas dúvidas

Todo paciente oncológico precisa de avaliação cardio-oncológica?
Pacientes que vão receber medicamentos com potencial cardiotóxico conhecido ou radioterapia torácica se beneficiam especialmente de avaliação e monitoramento cardiovascular estruturado.
A cardiotoxicidade é sempre irreversível?
Não. Identificada precocemente, boa parte das alterações cardíacas relacionadas ao tratamento oncológico é reversível ou controlável, o que reforça a importância do monitoramento contínuo.
Preciso ser cardiologista para atuar nessa área?
Não necessariamente — oncologistas, enfermeiros e outros profissionais da equipe também precisam entender os princípios da cardio-oncologia para reconhecer sinais de alerta e articular o encaminhamento adequado.

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